Brasília - A partir de um programa de computador totalmente desenvolvido pela Polícia Federal, a Operação Carrossel 2 informou a mais de 170 países sobre casos de pedofilia ocorridos em seus territórios.
De acordo com o delegado do Departamento de Combate a Crimes Cibernéticos da PF, Adalton Martins, por meio desse programa os agentes digitavam algumas palavras-chaves relacionadas ao crime e descobriam quem estava trocando arquivos com esses nomes no momento da busca – geralmente esses arquivos são compartilhados por meio de outros programas de troca como e-mule, e-donkey ou Kazaa.
Com isso, a PF descobriu os IPs – espécie de identidade virtual do computador ligado à internet – envolvidos nas trocas e buscou nas companhias telefônicas os endereços reais (físicos) das máquinas.
“Com as empresas telefônicas foi outro problema. Muitas deles demoram para nos enviar os dados e mandam incompletos. É preciso uma regulamentação sobre isso”, ...
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